metodologia de ensino

Existe uma metodologia de ensino perfeita?

Você sabe como ajudar seu filho nas tarefas escolares?

Uma das questões de maior atenção no ambiente educacional é a metodologia de ensino. Professores lidam diariamente com diferentes alunos, habilidades distintas e dificuldades das mais variadas em sala de aula. Um dos grandes impasses está em processar toda essa diversidade de forma a obter resultados satisfatórios, tanto em nível individual quanto de forma coletiva.

Mas existe realmente uma metodologia de ensino inovadora? Como trabalhar para obter melhores resultados em relação ao aprendizado da turma? Essas dúvidas são bem frequentes e fazem parte da preocupação dos pais na hora de escolher uma instituição de ensino adequada.

Neste artigo, listamos algumas orientações que farão você pensar de forma mais clara sobre a incorporação adequada do conhecimento e entender como ela funciona na prática — o que também ajuda a formar melhores escolhas. Continue a leitura para saber mais!

Como lidar com diferenças individuais em sala de aula?

Sabemos que, em sala de aula, sempre haverá aquela criança mais cordial ou aquele cujas características emocionais são mais instáveis. Há também aquele estudante menos atento a responsabilidades e outro mais sensível a mudanças.

Da mesma forma que acontece em qualquer outro ambiente, a sala de aula é composta por pessoas com variadas características de temperamento — e é no momento de lidar com essas diferenças que percebemos a dificuldade em agradar a “gregos e troianos”.

Como os múltiplos traços de personalidade e temperamento acabam influenciando no modo de trabalhar com cada aluno, o professor deve ter em mente que essas diferenças sempre existirão e, por isso, o ideal é se esforçar para valorizar a individualidade e respeitá-la.

Além disso, é importante estimar o que cada criança tem de melhor para oferecer e ensiná-la a desenvolver melhor seu potencial cognitivo a partir de suas habilidades e limitações.

O que são diferentes estilos de aprendizagem?

Os estilos cognitivos, além dos estilos temperamentais, são outros fatores que, além de estarem presentes de forma individual, impactam diretamente no aprendizado e na escolha da metodologia de ensino ideal.

Todos nós temos um método ou processo cognitivo preferencial para aprender alguma coisa durante a vida. Existem aqueles que melhor absorvem os conteúdos de forma visual, auditiva ou, finalmente, aqueles que assimilam de maneira sinestésica.

Qual estratégia utilizar para ajudar no desenvolvimento cognitivo dos alunos em sala de aula?

O segredo é, mais que priorizar um ou outro estilo, trabalhar de forma a conciliar todos eles. Fazendo isso, você dá oportunidades para que todos consigam absorver melhor um mesmo conteúdo. Também permite que cada criança perceba as suas próprias preferências — a depender da sua maturidade para isso — e adote medidas e estratégias mais adequadas de aprendizagem.

É aí que entram as metodologias de ensino. Trata-se do direcionamento dado às atividades e das ferramentas utilizadas pela escola, de forma a atingir o objetivo da aprendizagem. Cada instituição de ensino adota os métodos que mais se alinham a sua perspectiva pedagógica.

Quais são as principais metodologias de ensino?

Antes, vale a pena diferenciarmos o que são as metodologias passivas e ativas, dois grandes grupos em que os métodos se inserem. As metodologias passivas são as mais tradicionais. Nelas, os estudantes são receptores do conhecimento transmitido pelo docente, assimilando e memorizando os conteúdos, por exemplo, por meio da leitura e das aulas expositivas.

Já nas chamadas metodologias ativas, há uma transformação na relação entre os docentes e os alunos. O professor é um mediador ou orientador do conhecimento, mas entende-se que os estudantes também participam ativamente no processo de aprendizagem.

As metodologias ativas geralmente envolvem técnicas de ensino-aprendizado atuais e que consideram a interdisciplinaridade, os recursos tecnológicos e o desenvolvimento de competências e habilidades, mais do que a memorização de conteúdos. Algumas delas são:

  • ensino híbrido — estratégia que mescla o estudo offline e o online, em uma inter-relação de ambientes que favorece a experiência educativa da criança;
  • gamificação — trata-se do uso de jogos educacionais que estimulam o pensamento crítico e a motivação de crianças e adolescentes;
  • aprendizagem baseada em projetos — os conteúdos são aprendidos pelos estudantes a partir de desafios e projetos contextualizados e trabalhados em grupo, o que impulsiona a capacidade de raciocínio lógico, a comunicação e a criatividade para chegar a soluções.

Por trás dessas e de outras estratégias didáticas, há a perspectiva pedagógica adotada pela escola, que diz respeito à relação entre o professor e o aluno e ao entendimento sobre como se dá a construção do conhecimento. Veja algumas das abordagens que existem!

A linha pedagógica tradicional

A metodologia de ensino tradicional é a mais utilizada no Brasil e se enquadra no grande grupo de metodologias passivas. Nela, o papel do professor se estabelece em uma espécie de hierarquia. Nesse cenário, o profissional expõe os conhecimentos, ministrando as aulas diante de uma lousa, e cobra a absorção do conteúdo por parte dos alunos.

Em outras palavras, o método consiste em aulas expositivas, aplicação de provas, procura por resultados tangíveis e mensuráveis e a reprovação dos estudantes que apresentam um desempenho abaixo do estabelecido como a média.

O método construtivista

Na escola construtivista, a criança se torna o centro do processo, ao contrário da metodologia mais tradicional. Assim, o aluno tem um papel mais ativo na busca por conhecimento, à medida em que novos questionamentos ou assuntos de interesse vão surgindo.

Esse modelo é baseado nas reflexões do psicólogo Jean Piaget (1896-1980), que acreditava que o conhecimento é construído por meio da interação interpessoal e entre o sujeito e o meio. Desse modo, os professores se tornam mediadores de um processo de ensino-aprendizado que é construído por cada aluno.

Aqui, o currículo é bem flexível e respeita o tempo de aprendizado dos alunos, que participam de situações semelhantes às vividas na realidade. A ideia é permitir que eles questionem, reflitam e cheguem a conclusões próprias a respeito de diversos assuntos.

Além disso, nas escolas construtivistas, as avaliações de aprendizagem não têm por objetivo reprovar ou aprovar os estudantes, mas sim auxiliar o processo de construção de conhecimento, fornecendo diagnósticos do progresso individual da criança.

Em resumo, o papel da escola é o de ensinar o estudante a aprender, indicando os materiais, as técnicas de estudo e os conteúdos necessários, mas valorizando o protagonismo do aluno em sua própria aprendizagem.

A metodologia comportamentalista

Na metodologia comportamentalista, o foco é o aprendizado pela experimentação. Isto é, trata-se de uma abordagem empirista, em que o conhecimento é sempre fruto de uma descoberta proporcionada pelos sentidos, como a visão, a audição e o tato.

Essa perspectiva apoiou as conclusões do psicólogo behaviorista Frederic Skinner (1904-1990), para quem a realidade é sempre um fenômeno objetivo e, assim, o ser humano é um produto do meio em que se insere. É essa a base da metodologia comportamentalista.

Assim, o projeto pedagógico e as ações didáticas realizadas em uma escola que segue essa metodologia partirão do pressuposto de que as crianças serão moldadas pelo ambiente. Assim, o aprendizado se dá por estratégias de condicionamento e reforço positivo, tais como prêmios, graus, reconhecimentos do docente etc.

O método sociointeracionista

Na perspectiva sociointeracionista, entende-se que o conhecimento — não apenas científico ou acadêmico, mas humano também — é construído a partir da interação da criança com os seus pares e professores. Nesse sentido, os alunos são motivados a trabalhar em equipe durante as aulas.

O grande diferencial dessa metodologia é que o objetivo de aprendizagem não se resume a conteúdos de uma matriz curricular, mas sim englobam as competências socioemocionais. Assim, espera-se que os estudantes desenvolvam proatividade, pensamento crítico, perseverança, solidariedade etc.

O método Freinet

O método Freinet foi idealizado pelo pedagogo Celestin Freinet (1896-1966). É um tipo de abordagem construtivista, então o estudante tem papel ativo no aprendizado.

Uma das maiores premissas dessa metodologia é a de que o adulto não é superior à criança por ter mais idade: assim como ele sabe de coisas que os pequenos não sabem, também pode aprender muito com a interação em sala de aula.

Desse modo, as crianças também têm voz e merecem ser ouvidas em todo o processo de ensino-aprendizagem. Nesse método, não há imposição ou coerção de nenhum tipo por parte dos adultos: o que faz as crianças se engajarem com as atividades é o alto grau de motivação que a metodologia proporciona.

O método Optimist

O método Optimist, também chamado de aprendizagem oportuna, é bastante utilizado na Educação Infantil. Nele, as crianças se desenvolvem e aprendem por meio de um ambiente rico em estímulos — porém, não qualquer um, e sim aqueles mais oportunos para os circuitos neuronais.

Assim, a escola leva em conta os chamados períodos sensíveis para elaborar seu currículo e calendário pedagógico. De acordo com esse método, há determinados momentos do desenvolvimento da criança em que ela está mais propensa a assimilar certa habilidade, e essa oportunidade é aproveitada pelos educadores.

A metodologia montessoriana

O modelo montessoriano preza pela autonomia da criança em um cenário no qual os professores (e até mesmo os pais) têm um papel de facilitadores. Assim, seu principal traço é o da autoeducação: os próprios estudantes selecionam os temas que querem estudar e fazem parte dos seus interesses — prezando, é claro, pelo currículo obrigatório estabelecido pelo MEC.

De modo geral, as turmas não seguem uma faixa etária definida (como na metodologia tradicional), uma vez que alunos de diferentes idades podem buscar assuntos semelhantes.

O método Waldorf

Aqui, o conceito gira em torno do fato de que cada pessoa se desenvolve de forma diferente e, portanto, o modelo de ensino precisa considerar a individualidade dos alunos. O método foi baseado nas ideias do educador Rudolf Steiner (1861-1925).

Para ele, os seres humanos têm “três qualidades da alma” que nunca devem ser negligenciadas: o pensar, o sentir e o querer — sendo que negar qualquer uma delas pode impactar negativamente o desenvolvimento da criança. Assim, em sua perspectiva pedagógica, os educadores devem sempre valorizar a liberdade, o respeito e o afeto.

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O objetivo é estimular o raciocínio, a iniciativa, o equilíbrio emocional e o desenvolvimento artístico e intelectual dos estudantes. Vale destacar que os professores (e a escola) têm bastante autonomia para definir qual será o currículo adotado.

A metodologia freiriana

Esse método foi desenvolvido por Paulo Freire (1921-1997) e conta com reconhecimento internacional. Nesse modelo, o principal objetivo da educação é a conscientização, sendo que o conhecimento é entendido como algo emancipador e libertador.

Para isso, os conteúdos expostos não devem ser adotados como verdade absoluta, o que estimula o desenvolvimento do senso crítico. Assim, as aulas funcionam como uma via de mão dupla, na qual os professores ensinam, mas também podem aprender em sala de aula com os alunos.

Além disso, uma das grandes características do método de Freire é a valorização da experiência de vida individual dos estudantes. Cada criança deve aprender a partir de conteúdos e estratégias sempre muito contextualizadas.

O que são as múltiplas inteligências?

A Teoria das Inteligências Múltiplas, desenvolvida por Howard Gardner em 1985, tem como função repensar o conceito de inteligência como uma capacidade geral e única. Essa teoria sugere que existem capacidades independentes entre si, como a inteligência linguística, musical, lógico-matemática, espacial, cinestésica (que difere da habilidade sinestésica citada anteriormente), interpessoal e intrapessoal.

Dessa maneira, um aluno pode ter menor aptidão lógico-matemática e maior habilidade visuoespacial, ou vice-versa. Outro pode ser ótimo no que diz respeito à liderança em sala de aula, mas não ter habilidades linguísticas tão bem apuradas.

Da mesma forma, as disciplinas ministradas em sala de aula demandam mais ou menos de cada uma dessas habilidades e, portanto, dificilmente um mesmo aluno terá ótimo rendimento escolar em todas as disciplinas aprendidas.

Nos próximos tópicos, explicaremos brevemente cada uma delas e quais são suas principais características.

Inteligência lógico-matemática

Essa inteligência está mais focada na razão e está ligada ao pensamento lógico, identificação de padrões, solução de problemas, de equações e cálculos matemáticos. Até pouco tempo atrás era o principal tipo utilizado em testes de QI para mensurar o nível de inteligência das pessoas.

Em resumo, ela se relaciona ao estilo de aprendizagem que foca na lógica e nos números. Engenheiros, cientistas e estatísticos são alguns dos profissionais que se encaixam nesse tipo de inteligência.

Inteligência espacial-visual

Como o nome sugere, esse tipo de inteligência envolve boa percepção visual e de espaço, permitindo que as pessoas tenham melhor entendimento a partir de informações visuais (como gráficos e mapas mentais).

Assim, o estilo de aprendizado que mais tem a ver com ela conta com o uso de formas, imagens e gravuras. Design, arquitetura e fotografia são algumas das profissões ligadas a ela.

Inteligência verbal-linguística

Já a inteligência linguística se refere às diversas formas de expressão, como a oral, a gestual e a escrita. Assim, além de saber se expressar, a pessoa também tem grande capacidade de interpretar e analisar informações.

Geralmente, as pessoas com esse tipo de inteligência aprendem outros idiomas com facilidade e são bons comunicadores. Os profissionais ligados a ela são jornalistas, redatores, escritores e poetas.

Inteligência interpessoal

Aqui, os indivíduos têm maior capacidade para se relacionar com os outros, uma vez que contam com habilidades para identificar sentimentos, intenções e desejos, por exemplo, dos outros.

Também se pode encontrar facilidade com a comunicação, porém de forma mais voltada para o trabalho em equipe e o contato humano. São profissionais de RH, psicólogos, terapeutas e até mesmo políticos.

Inteligência intrapessoal

Pessoas com inteligência intrapessoal são mais introspectivas. Isso significa que elas têm grande capacidade de reconhecerem seus próprios desejos, sentimentos e motivações — além de conseguir controlar as emoções.

Assim, o estilo de aprendizado é mais voltado para a autorreflexão e todos os profissionais podem desenvolvê-la, uma vez que isso contribui para promover e melhorar o autoconhecimento.

Inteligência naturalista

O tipo naturalista está voltado para a relação que a pessoa tem com o mundo natural e sua capacidade de compreendê-lo. Isso envolve o conhecimento e a capacidade de distinguir espécies de animais e plantas e questões climáticas, por exemplo.

Para ser estimulada, requer um estilo de aprendizagem que permita maior contato com a natureza. Entre os profissionais com essa inteligência, podemos citar biólogos, jardineiros, engenheiros (florestal e climático, por exemplo) e geólogos.

Inteligência corporal cinestésica

A inteligência corporal cinestésica consiste na capacidade que a pessoa tem de controlar os movimentos corporais e utilizá-los para se expressar e resolver problemas, por exemplo. As habilidades envolvem equilíbrio, coordenação e expressão por meio de movimentos.

O aprendizado, nesse caso, tem relação direta com sensações, movimentos, toques e experiências físicas. Nessa categoria, se encaixam atletas, atores, dançarinos e motoristas.

Inteligência musical

Aqui, as pessoas têm maior capacidade para identificar, compreender e produzir os mais diversos tipos de som — além de reconhecer padrões de ritmos e tons em músicas. Os profissionais com esse tipo de inteligência geralmente são instrumentistas, cantores, compositores e DJs.

Como trabalhar as múltiplas inteligências nas disciplinas?

O professor, mais uma vez, desempenha um importante papel nesse sentido. Ele deve evitar rotular os alunos e oferecer suporte para que cada estudante consiga, juntamente a ele, alcançar rendimento satisfatório em um determinado conteúdo.

Outra maneira interessante é intercalar nas avaliações questionamentos que trabalhem mais de uma das habilidades. Isso de forma que aquele aluno do exemplo acima, que tem dificuldades lógico-matemáticas, consiga resolver uma questão dessa matéria a partir de pistas visuoespaciais.

Com o tempo, ele ficará mais à vontade com os temas envolvendo o raciocínio lógico — e isso certamente o deixará mais seguro em relação à disciplina, favorecendo, assim, o seu desempenho geral.

Como lidar com a diversidade em sala de aula?

Observamos neste artigo que o trabalho do professor demanda habilidades importantes de observação intra e interindividual. Ele deve conhecer os diferentes tipos de temperamento, traços de personalidade, estilos cognitivos e as múltiplas inteligências existentes nas turmas, uma vez que todos esses fenômenos acabam impactando na maneira de agir em sala de aula.

Assim, podemos sugerir que a melhor metodologia de ensino envolve a capacidade de buscar aquela que se enquadre melhor em cada sala, dependendo de como ela é formada em relação a esses fatores.

Mais que uma metodologia de ensino, uma forma de possibilitar a metacognição

Investir na educação diferenciada, contudo, é permitir que o aluno seja parte ativa nesse processo. O velho método de ensino com aulas obrigatoriamente expositivas com subsequente avaliação não ajuda a criança a sentir-se parte do todo — nem tampouco promove um movimento próprio do estudante em busca de conhecimento.

Aulas que estimulam a metacognição, ou seja, que fazem com que os alunos aprendam a conhecer as suas melhores estratégias de aprendizado, são as que vão contribuir, de fato, para alavancar o conhecimento em sala de aula. E ainda melhor: elas farão com que a criança tenha mais independência, uma vez que ele não terá sempre a presença do professor para buscar soluções.

Na prática, cada conteúdo inserido no programa da disciplina deve ser ministrado de maneiras mais diversas possíveis. O professor pode:

  • expor o conteúdo oralmente, apresentando situações que favoreçam o raciocínio matemático e linguístico;
  • ilustrar cada conteúdo por meio de desenhos, esquemas, mapas e animações;
  • relatar histórias e contar casos e anedotas;
  • propor atividades simuladas, como jogos, exercícios práticos e mini projetos a serem desenvolvidos;
  • fazer uso de música na escola, poemas cantados e rimas diferentes para melhor a memorização dos conteúdos, entre outros.

Como escolher uma metodologia de ensino?

É importante deixar claro que não existe uma metodologia certa ou errada, mas sim aquelas que podem ser mais eficientes a depender dos objetivos do processo de ensino-aprendizagem. Isto é, cada instituição de ensino adota a metodologia que mais se encaixa com seus preceitos filosóficos, sua perspectiva pedagógica e suas necessidades práticas.

Ao escolher suas metodologias de ensino, a escola viabiliza sua missão, visão e valores. Portanto, é essa escolha que orienta o trabalho dos professores, dos melhores recursos de aprendizagem e às vezes até mesmo a infraestrutura física da instituição de ensino.

Para os pais e cuidadores, também não há regras. O ideal é visitar a instituição de ensino e ver de perto como suas metodologias são aplicadas, tirar dúvidas e refletir se a proposta pedagógica satisfaz os princípios que a família também tem. Afinal, a Educação de qualidade depende de um bom relacionamento entre escola e família.

Porém, lembre-se de sempre considerar as tendências da área — elas não surgem sem um motivo, mas sim devido às mudanças da sociedade, que geram diferentes demandas e que devem ser observadas pela escola. Por exemplo, as metodologias ativas, o uso de recursos tecnológicos e o desenvolvimento de competências socioemocionais são muito relevantes atualmente.

Em resumo, não há uma metodologia de ensino perfeita, mas há aquelas que atendem às demandas educacionais da sociedade atual com mais eficiência, como os métodos mais construtivistas. Eles permitem a troca de ideias, trabalham o conhecimento de forma interdisciplinar e estimulam a autonomia e o senso crítico dos alunos, características essenciais para o século 21.

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